Dá-me a tua mão
encosta-a ao meu peito
é de amor que falo
Não vês como tremem as palavras
e o meu corpo?
E como, num instante,
as noites já não são só as noites,
são aves livres voando pela janela
Não as ouves?
Dá-me a tua mão
Nela cabem as palavras as aves
o meu corpo
as noites que hão de vir
e os dias
Dá-me a tua mão
que não ouve, que não vê
mas que importa?
É de amor que falo
Sandra Lopes
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